segunda-feira, 10 de janeiro de 2011



BE DE BELEZA


Tu, és a luz que ilumina,
As águas quentes do mar.
Te olhar de longe fascina,
Quero te homenagear.


Poderias ser pintura de Picasso
Ou algo mais moderno e bonito
Talvez mais uma borboleta
Pintado por Romero Brito.

Gosto da cor dos teus olhos
Desse sorriso largão
Tens o poder do encanto
Tocas qualquer coração.


Sei que é Be Oliveira
Mas poderia ser a Monalisa
Tens as curvas perfeitas
A tua beleza é precisa.


Espalhas simpatia nesse ecrã
Acendes a noite com teu brilho...
Aceitas com meu carinho,
Esse poema, teu filho.


Nascido da tua beleza
Estrela mais linda que há
Daqui de Brasília da pra ver
Tens o dom de encantar.


Com a dança do teu ombro
O bater do coração
Solta-se beijos em poemas
És pura fascinação.


Os teus olhos é esperança
Baianinha sorridente
Faz de você essa criança
Que encanta toda gente.


By
Guaracy Clementino.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011


OLHAR DE RAIO X


Gosto de olhar
Gosto de enxergar
A vida é uma novidade
Sempre a se renovar.


Gosto do movimento das pessoas
Do ir e vir das cidades
Gosto do chegar e partir
Adoro a liberdade.


Gosto do encontro
Do calor do abraço
E lá vou eu novamente
Gostar mais ainda do q’eu faço.


Gosto do afeto
Gosto do sentir
A poesia é a minha vida
Minha razão de existir.


Gosto de afetar
Gosto de ser afetado
Isso só acontece com quem tem
Um olhar diferenciado.


Gosto de pagar mico
Dando risada à toa
Gosto de dizer em gestos:
“A vida é muito boa”.


Gosto de abraços
De sentir o calor humano
Onde há troca há calor
O abraço é soberano.


Gosto do visível e do invisível
De sentir e de tocar
Meu olhar de raio X
Gosta de capturar.


Gosto de vir o outro
De ser notado também,
Gosto de acreditar
No valor que a vida tem.

By
Guaracy Clementino.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011



UM DIA HÁS-DE ESQUECER


Um poema triste
De um peito aberto sai
Um homem bebendo magoas
Cambaleando pela noite vai.


Céu cinzento sob o astro mudo
Um crente insiste em orar
O poeta grita irritado:
O céu não se compra, dá!


E entra num bar
Bebe um uísque no balcão
Sempre olhando em volta
As vitimas da solidão.


Tristes como ele
Procurando companhia
Às vezes se satisfazem
Com alguma alma vazia.


Sem tirar os olhos do copo
Irmãos nus do abandono
Parecem mais uma matilha
De uns pobres cães sem dono.


Um dia hás-de esquecer
O que os trouxe cá
E com certeza as magoas
P’ra sempre irão afogar.


As vozes embarcam
Ao ouvirem uma canção
Alguém cantando “EVA”
No meio da multidão.

By
Guaracy Clementino.

sábado, 1 de janeiro de 2011



UM AMOR DESENCONTRADO


Nossas vidas separadas
Uma escolha antiga.
Será para sempre essa distância,
Minha querida?


Não vou falar de amor
De gostar ou sentir...
Sabemos que nós dois
Ainda estamos por ai.


Em mundos diferentes
Realidades desiguais
Somos tão bobos
Às vezes irracionais.


Não há como tirar retratos
Da solidão interior.
Não da para escrever poesias
Sem se falar de amor.


Seja bem vinda ao passado
Esse museu de nós dois
Que contará nossa história
Para quem vier depois.


Pétalas secas perdidas
Por do sol à tardinha...
Será que a tua história,
Ainda é a mesma que a minha?


Lembranças vivas na memória
Tempo que insiste em não passar
Me diga qual é a esquina
Que devo te encontrar.


Vivemos um amor desencontrado
Mal passado por nós
Faço da minha poesia
Desse amor a porta voz.

By
Guaracy Clementino

sábado, 25 de dezembro de 2010


QUEM CHORA POR TI, BRASILIA?


A Ti, minha Mãe,
Que tens corpo de avião.
Declaro meus sentimentos:
Moras em meu coração.


Minha terra sofrida
De tantos Rorizes e ais,
Espero que quem não te ame,
Não volte aqui nunca mais.

Terra vermelha cor de sangue
Cerrado do meu Brasil
Cidade mais linda do que essa
Nunca, na história se viu.


O sol em fúria em agosto
Faz o asfalto derreter
Mas digo sem medo de errar
Não há outra como você.


Tens o corpo de avião
O rosto de uma glamurosa
Essa cidade tão linda
Não há coisa mais gostosa.


Cidade de Célia Porto
Do Nicolas Bher, Alexandre Garcia, TT Catalão...
Poderosa como essa,
Eu juro! Que não conheço não!


Quem chora por ti, Brasília?
Somos nós os filhos teu,
Quando vemos esses canalhas
Roubando o que era meu.


Era meu e era nosso
Dos filhos desse país
Que foi provado agora
Que se pode ser feliz.


Tuas quadras é minha vida
Avenida das nações
Nesse povo Brasileiro
Moras em seus corações.

By
Guaracy Clementino

domingo, 19 de dezembro de 2010


FOI POR AMOR
O ASSASSINATO DA FLOR



Já roubei rosa vermelha
Num quintal desconhecido,
Sem saber que para sempre
Meu peito seria punido.


Pelas pétalas que secaram
Entre as páginas de um caderno,
Que faz do meu sofrimento
Esse tormento eterno.


Já roubei rosas vermelhas
Para dar ao meu amor,
Que as guardou entre páginas,
Um dia veio e secou.


Mas hoje volto ao jardim
Com a certeza que devo chorar
Pois jamais voltarei a roubar,
Outra rosa, em fim.


Faço versos magoados,
De um coração cansaçado
Cada palavra que sai da tua voz
É um beijo-te roubado.


Qual a cor do coração,
Vermelho ou rosa?
São os beijos da ilusão
Que faz agente chorosa.


E assassina-se rosas
Comete-se crimes brutais
O amor é insensato
Quando se ama demais.


E foram muitas as flores...
Coisas simples do amor.
Quem já não passou por um jardim,
E uma flor não arrancou?




By
Guaracy Clementino

terça-feira, 14 de dezembro de 2010



VOLTEI


Voltei.
Voltei a tua praça. Voltei a nossa praça.
Não te vi,
Não teve a menor graça.


Fechei meus olhos
E um sabor de corneto veio me visitar.
Havia alguma coisa estranha
Pairando no ar.


Foi meio místico,
Meio sobrenatural.
Mas num piscar de olhos,
Voltei a um tempo legal.


Tempo que enxergava a vida
Como olhos do coração,
Tempo em que a ingenuidade
Era a medida padrão.


Senti-te ali
Parada em meus braços
Como se fosse possível
Transporta-se no espaço.


Minhas mãos suadas,
Teus beijos demorados...
Tava tudo lá
Pelo tempo guardado.


Lembrei que te dei
Uma bela estrelinha,
Para que nunca se sintas
Nesse mundo sozinha.


Lembre-se. Que para te contar quem sou,
Te dou poesia,
Para que nunca se esqueças;
Quem fomos um dia.




By
Guaracy Clementino.



"Regressamos sempre aos velhos lugares aonde amámos a vida. E só então compreendemos que não voltarão jamais todas as coisas que nos foram queridas. O amor é simples, e o tempo devora as coisas simples."
José Eduardo Agualusa.

sábado, 4 de dezembro de 2010


 DE POETA P’RA PINTORA


Ela fotografa girassóis
Pintando imagens com a mão
Como quem colore de amarelo
Os dias de solidão.


E cola a luz do sol
Com uma tinta especial
Que faz brilhar nas retinas
Sua cornucópia floral.


De alma e coração
Digo sem medo de errar
As cores que manipulas
Faria Tarsila roubar.


Gosto das tuas histórias contadas
De copos de leites feitos a mão
Gosto de quem com pincéis,
Faz quadros virar canção.


E pintas os dias cinzentos
Fazendo tudo ficar azul
Tens as cores do encanto
Só vista em mares do sul.


Eu, que claramente,
Só funciono a energia solar.
Não tinha nem o porquê,
Por tua obra não me encantar.


Porque gosto de quem gosta das cores
Iluminando sorrisos brancos cheios de emoção.
Adoro toda essa magia
De quem consegue arrancar alegrias de um coração.


Teus quadros são frases ditas
Feitas com a luz da vida
Mesmo não te conhecendo
Me és uma pessoa querida.




By
Guaracy Clementino.

sábado, 23 de outubro de 2010


CHUVA


As coisas vulgares que há na vida
Não deixam saudades
Só as lembranças que doem
Ou fazem sorrir


Há gente que fica na história
da história da gente
e outras de quem nem o nome
lembramos ouvir


São emoções que dão vida
à saudade que trago
Aquelas que tive contigo
e acabei por perder


Há dias que marcam a alma
e a vida da gente
e aquele em que tu me deixaste
não posso esquecer


A chuva molhava-me o rosto
Gelado e cansado
As ruas que a cidade tinha
Já eu percorrera


Ai... meu choro de moça perdida
gritava à cidade
que o fogo do amor sob chuva
há instantes morrera


A chuva ouviu e calou
meu segredo à cidade
E eis que ela bate no vidro
Trazendo a saudade



by
Jorge Fernando
http://www.youtube.com/watch?v=OzrUs08-SWs&feature=related

quarta-feira, 13 de outubro de 2010



O TEU SEGREDO DE STAR




Vai!
Segue o teu caminho!
Ninguém conhece o mundo
Sem deixar alguém sozinho.


Vai!
Não olhe para trás!
Talvez nessa vida,
Não nos veremos nunca mais.


Vai!
Segue o teu futuro!
Mesmo que ele me pareça,
Ser um salto no escuro.

Vai!
Nessa tua jornada de star!
Mas se virar uma estrela cadente,
Não venha me procurar.


Vai!
Dorme com alguém sem emoção,
Rifa por qualquer preço,
As coisas do teu coração.


Vai!
Traga de volta o teu beijo,
Outro sorriso para me enganar...
Mas não me conte tuas aventuras
Nessa jornada de star.


Vai!
Eu tô feliz,
Mas não sou feliz...
Sei que deve ser duro
Ser uma star, sem ser uma atriz.




By
Guaracy Clementino.


quinta-feira, 23 de setembro de 2010



A TV DO SILÊNCIO




Só.
Aqui estou. 
Em frente dessa TV,
Que só passa o que passou.


Dias de felicidades
Onde eu podia brincar;
De jogar o mar na pedra,
De jogar pedra no mar.

Fui feliz naquele tempo
De inocência sem igual
Hoje restam só lembranças
Como folhas no quintal.

Que são levadas pelo vento
De cá pra lá, de lá pra cá...
Onde fica o recomeço
Ninguém sabe explicar.

O tempo segue em fúria
Comendo a minha idade
Deixando cada vez mais longe
Os dias de felicidade.

Sem crê eu olho o passado
Que vivi com tanto carinho
E hoje aqui tão down
Vendo essa TV sozinho.

Há momentos de magia
Que eu não consigo explicar
Escrevendo poesia
Eu volto pros tempos de lá.

Onde tudo era um sonho
Uma valsa sem melodia
Mas que bastava um olhar
Para colorir o dia.

Sou poeta.
Fico sem fala,
Mas são as cores da vida
Que a minha vida embala.

By
Guaracy Clementino.

terça-feira, 20 de julho de 2010


UMA VOLTA AO PASSADO

Aquela praça do centro da cidade
Ainda continua lá
Contando os nossos segredos
Para quem passar.

Diz dos nossos beijos
Fala da nossa canção
E como é grande...
O que guardamos no coração.

Saudade é vinho antigo
Bom de degustar.
Penduro cada lembrança
No lado esquerdo do olhar.

E olho para dentro
Vejo o que passou
E como é gostoso
Guardar lembranças de amor.

Que enfeitam a nossa história
Dá um sabor especial
Lembrar é sempre reviver
Aquele lance legal.

E ficam os Cornetos,
Os sonhos de Valsa derretendo na mão...
Como não guardar essas boas lembranças,
Dentro do coração?

Voltei à praça
Fitei cada cantinho
Lembrei dos abraços
Que te dei com carinho.

Deu vontade de chorar
Deu vontade de rir...
É bom saber que sempre existirá
Um motivo pra existir.

Dá-me a tua mão!
Vamos lá!
Onde somente nós dois,
Sabemos o que há.

By
Guaracy Clementino

domingo, 3 de janeiro de 2010


EM 2010. PARA MIM E PRA VOCÊ

É tempo de mudar
Não da para prosseguir
Essa é a hora
De flutuar e submergir.

Experimentar novos olhares
Respirar novos ares
Apostar mais alto;
Conhecer outros lugares

É hora de levantar
E trazer mais alguém
Porque no fundo do poço,
Tem sempre mais um. Sempre tem.

O caminho para se libertar
Tá bem dentro de nós
É só escutar
A misteriosa voz.

Vamos voar!
Não é preciso asa.
Somos pássaros migratórios
Voltando sempre pra casa.

Nossa casa interior
Onde pouco habitamos,
O único lugar
Onde verdadeiros... Somos.

Do que eu não sei
Eu quero aprender
Embora nunca entendi,
Porque ganhar e perder.

Sei que foi sempre assim
Por toda eternidade
Mentiras bem contadas
Valem mais que a verdade.

Mas cabe a mim
Capinar o meu quintal
Só eu tenho o poder
De escolher, entre o bem, e o mal.

By
Guaracy Clementino.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009


EM NITROGÊNIO LÍQUIDO(196°C)

Quem te viu partir
Não vai te vê voltar,
Porque a pessoa que foi,
Na certa irá mudar.

Viverá outras histórias,
Sentirá outros amores...
E na certa provará,
Da vida outros sabores.

Construirá novos sonhos
Amará outras realidades
Caminhará sozinha
Nas ruas de outras cidades.

E sentirá saudades
Das coisas que aqui deixou
E saboreará as lembranças
Que o coração guardou.

Não vai pestanejar
Quando tiver que escolher.
É melhor arriscar,
Do que a chance, perder.

E passará os dias,
Os meses e a solidão...
E no fundo restará,
Lembranças de uma ilusão.

De uma história antiga
De mar jogado na pedra
E de um sentimento líquido
Que nem nitrogênio empedra.

E a falta que me fazesses
Ninguém irá saber
Porque te desenharei com palavras
Nos versos que sei fazer.

By
Guaracy Clementino

domingo, 11 de outubro de 2009


AMOR DE FÊNIX EM TEMPOS DE IPÊ

Tu flores,
Ô flora!
A tua distância é saudade
De um coração que chora.

São tuas lágrimas que regam
Os ipês da solidão,
Que amarele de pétalas,
Cada centímetro do chão.

O vento no mês de outubro
Solta pétalas pelo ar
Quem sabe se essas pétalas
Não vão te encontrar

Você pode beijar
Cada boca que encontrar,
Mas o sabor de um CORNETTO,
Só na nossa boca há.

Nosso beijo ninguém beija,
Tava escrito no muro,
Como se fosse possível
Adivinhar o futuro.

Você é pra sempre minha,
Eu sou pra sempre teu...
Mas porque será que parece,
Que alguma coisa morreu?

Esse nosso amor de fênix
Que renasce do morrer.
Talvez traga em si,
O nosso modo de ser.

Com os dentes cerrados
A boca seca de saliva
Você vai ser pra sempre
A minha cannabis sativa

Um de cá...
Outro de lá...
A vida segue sem fim.
Nas surpresas do mundo,
Há uma história em mim.

By
Guaracy Clementino.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009


ALGO DE OUTRA VIDA

Sei lá!
Parei de olhar.
Havia muitos mistérios
Que eu não sabia explicar.

Foi como um sonho antigo
Coisas de outra encarnação
É como se fostes um grande amor
Vindo em minha direção.

Melhor declinar
Temos muito aperder
Somos nessa vida
O que nascemos pra ser.

Uma página virada
De um história antiga
Vamos deixar no passado
Os sinais de outra vida.

É difícil não questionar
Aquilo que não tem explicação,
Mas quem vai entender,
As coisas do coração?

Na imaginação te levei
Onde ninguém te levou,
Fiz desenho de giz
Na calçada do amor.

A vida nos toca
Sem muita explicação
Não tente entender
Aquilo que não tem razão.

Somente viva!
Deixe tudo caminhar
Há sempre um bom motivo
Para uma lágrima no olhar.

Eu não sei cantar,
Eu não sei falar...
Como eu vejo a vida;
São esses poemas soltos no ar.

By
Guaracy Clemetinino
.

quinta-feira, 23 de julho de 2009


A ESTRELA DO CINE DIN2A

Quando forem ao cinema
Não se esqueçam de reparar;
Que a Jennifer Love Hewitt e Pollyana,
Tem na verdade o mesmo olhar.

Os sorrisos se parecem,
Também,
Mas o sorriso de olhos abertos,
Só a pollyana tem.

A boca é quase igual.
Pollyana desemprega dentista
Sorriso branco assim,
Só em capa de revista.

O corte de cabelo
Lembra muito bem,
Que ter uma beleza única,
Não é privilegio de ninguém.

O nariz de uma,
Já foi operado da pra ver.
Mas pequenas diferenças,
Tem de fato que haver.

Eu fico com a Pollyana
Minha bela coleguinha,
Que mesmo cheia de fases
É de fato uma gracinha.

Colegas ficam em pavorosa,
Todos querem a sua atenção.
Quem fica indiferente,
Com esse mulherão?

Ela é a nossa estrela
Estrela do cine Din2a
Quase todas as noites
Ela vem nos encantar.

Portanto...

Quando forem ao cinema
E Jennifer Love Hewitt aparecer
Você vai lembrar de Pollyana,
Mesmo sem você querer.

By Guaracy Clementino.

SOU O NAMORADO DA LUA

O que só me vê passar
Indo e vindo pela rua,
Nem deve desconfiar,
Sou o namorado da lua.

Daquela brancura linda
Dos olhos da cor de frio...
Como é grande essa tristeza
Dessa distância ao vazio.

Para deleite da vida
Eu fico a imaginar;
Como será se um dia,
Ela resolve me olhar?

E me enxergar como eu a vejo
Tão bela e tão imensa
E sentir isso q’eu sinto
Dessa forma tão intensa.

Sou namorado da lua
Descobri o verso oculto,
De tanto amar você,
Crie esse belo culto.

De te rezar em poemas
Toda noite meu amor,
Fico-te escrevendo versos
Em frente ao computador.

E são rimas e mais rimas
Tudo tem que encaixar,
Na tua beleza de lua
Que vejo com o meu olhar.

Teu sorriso, o teu jeito,
A tua forma de ser...
Será que um dia a lua,
Vem aqui para me ver?

By
Guaracy Clementino
.

sábado, 2 de maio de 2009


BRASILIA 49

Olha ela!
Aqui no planalto central.
Essa é a minha Brasília,
Um belo cartão postal.

Olha ela!
49 de idade.
Não há céu mais lindo,
Do que o dessa cidade.

Olha ela!
5.802 Km² de pura beleza.
É o ser humano,
A sua maior riqueza.

Olha ela!
Com a sua geometria.
Misticismo, arte, amor e fé...
Essa cidade irradia.

Olha ela!
Sonho do encantado
Essa é a morena
Mais bonita do cerrado.

Olha ela!
Poderosa senhora.
Longe daqui,
Até o sorriso chora.

Olha ela!
De esplanada nua.
O poder que tem essa cidade,
É a vontade da rua.

Olha ela!
Nos traços do Oscar.
Parece mais uma musa,
Aos poetas enfeitiçar.

Olha ela!
Com suas asas de avião
Foi feita perfeita,
Cidade do meu coração.


By
Guaracy Clementino.



NUNCA MAIS TE DIGO ADEUS

A minha maneira
Estou indo muito bem.
Já não fico mais te esperando,
Pensando que você vem.

Levaste a minha vida
Quando resolveste ir,
Agora sem você,
Não consigo mais seguir.

Nunca mais te digo adeus
Não quero saber de você,
Vou amarrar meu sentimento
Até quando ele morrer.

Se você quer ser feliz,
Seja feliz então!
Mesmo sabendo que deixou aos pedaços
O meu pobre coração.

Vá cuidar da sua vida!
Deixe-me aqui calado
Tu ainda vai ver alguém que me ama
Caminhando ao meu lado.

Mesmo vendo pedaços de mim
Espalhados pelo chão,
Vou juntar os meus caquinhos
E dar adeus à solidão.

Não aceito mais viver
Nessa crise emocional,
Vou agir e viver
Como uma pessoa normal.

Você nunca entendeu
Esse meu jeito de te querer,
Mal me quer e bem me quer
É o que eu sinto por você

Cansei de ficar mendigando;
Teu carinho, o teu amor...
Vou por um fim
Nisso tudo que ficou.

By
Guaracy Clementino.

segunda-feira, 9 de março de 2009


DANI É MUITO GUERREIRA


Dani,

Dane-se quem disse;
Que você não era capaz,
Na vida nosso destino,
É mesmo a gente quem faz.

Dane-se o senhor da paixão,
O coração ocupado...
Ficar sozinha por um tempo,
É reconstruir o que nos foi quebrado.

Danem-se as horas
E as noites mal dormidas...
Escreves a partir de hoje,
Nova página em tua vida.

Dança na chuva se preciso,
Bota teu bloco na rua...
Quero gostar de ti
Daqui, até a lua.

Abra seu sorriso lindo
Como asas de beija-flor,
E seu coração estará pronto
Para viver um novo amor.

Dane-se o agora
Que dói como ferida viva
Seja a Dani de sempre!
Uma verdadeira Diva.

Encantas com a tua cor
Com o teu jeito de olhar...
Bobo é quem te teve
E deixou-te escapar.

Dane-se tudo
Só não dane-se esse teu ser
Que aprendi aos poucos;
Eis uma pessoa linda,
Podes crêr!

By
Guaracy Clementino
.
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