
Desde os tempos de Elêusis entre os gregos iniciados por Orfeu, os poetas costumavam guardar uma palavra sagrada, só reconhecida no seu restrito círculo. De Kerenyi a Mircea Eliade, os mestres da linguagem sagrada de todos os tempos nunca esconderam seu fascínio pela expressão imemorial (senha sagrada)identificável apenas pelos veros poetas de todas as línguas e latitudes...
quarta-feira, 23 de maio de 2007
"A ARTE DE VIVER"
Rimo palavras sem rima
Tentando criar um clima
Para você embarcar...
Nas ondas que têm a vida,
Que são muito diferentes,
Das ondas que têm o mar.
Seco lágrimas sem pranto
De um destino penoso,
De um coração que ama,
Mas é muito orgulhoso.
Não dou o braço a torcer
Nem por mim, nem por você;
Nem por nada nesse mundo
Mesmo sabendo que a vida
Pode acabar num segundo.
No avesso dos reversos
Nas rimadinhas da dor,
Escrevo com caco de telha
Velhas palavras de amor.
Como lacrar a vida e o amor,
No tumulo quando me for?
Como vencer o tédio e o temor,
Sem conhecer o que é a dor?
Porque sonho sem sono
Dias de felicidades,
Mesmo sendo forte as mentiras;
Eu acredito em verdades.
Vivo sem vida
A minha história de amor,
Porque tudo que vivi,
Foi um vento que passou.
By
Guaracy
Rimo palavras sem rima
Tentando criar um clima
Para você embarcar...
Nas ondas que têm a vida,
Que são muito diferentes,
Das ondas que têm o mar.
Seco lágrimas sem pranto
De um destino penoso,
De um coração que ama,
Mas é muito orgulhoso.
Não dou o braço a torcer
Nem por mim, nem por você;
Nem por nada nesse mundo
Mesmo sabendo que a vida
Pode acabar num segundo.
No avesso dos reversos
Nas rimadinhas da dor,
Escrevo com caco de telha
Velhas palavras de amor.
Como lacrar a vida e o amor,
No tumulo quando me for?
Como vencer o tédio e o temor,
Sem conhecer o que é a dor?
Porque sonho sem sono
Dias de felicidades,
Mesmo sendo forte as mentiras;
Eu acredito em verdades.
Vivo sem vida
A minha história de amor,
Porque tudo que vivi,
Foi um vento que passou.
By
Guaracy
A saudade
Saudade é uma palavra que só existe na língua portuguesa.
Ferramenta de poetas e escritores, a saudade já foi escrita e cantada por muitos seres maravilhosos que já passaram e que ainda vive por ai, sentindo suas saudades.
Tantos Vinicius, Tons, Cesários Verde, Castros Alves, Carlos Drumonnd de Andrade...Nos brindaram com suas saudades. Quem entende mais de saudades do que quem ama e tem muitos amigos?
Saudade é solidão acompanhada de uma lembrança de alguém que se foi ou de um momento que se vive intensamente, é uma das maneiras de se descrever a ausência de alguém ou algo que foi ou é muito importante para nós.
Quem nunca sentiu saudades?
Esse sentimento invisível que mora dentro de cada um e que basta uma música, uma lembrança para ela tomar forma e bailar no palco das nossas lembranças.
Existem saudades tristes; como a saudade da mãe que se foi e que nunca mais a veremos novamente (a não ser, pelos olhos da saudade), do amigo que foi embora morar em outra cidade, do cachorro que morreu por não viver tanto tempo como nós, de um amor perdido que deixou cicatrizes em nossos corações, dos colegas da época de escola que pareciam ser amigos para sempre...
Existem também as saudades alegres; como quando ganhamos aquele brinquedo tão desejado, o primeiro beijo dado com tanta ingenuidade, o show daquela banda que amávamos tanto, a primeira noite que dormimos fora de casa, o primeiro passei no zoológico...
Todos nós sentimos saudades. Falando português ou não, basta ser um ser pensante para guardar na lembrança uma pessoa ou um momento que nos seguirão para sempre.
Descrever a saudade é como abrir um álbum antigo guardado dentro da alma e bem lá no fundo do coração. Porém, poucos são os que conseguem descreve-la usando somente a escrita ou outro código qualquer, porque a saudade parece ser algo só para sentir e nunca para descrever.
Conheço muitas saudades que moram dentro de mim. E que são como quadros vivos pendurados nas paredes da memória em permanente exposição.
Quem tiver suas saudades que as viva intensamente como um poeta louco que as desenham nas calçadas da vida com pedaços de giz ou cacos de telhas só para nunca esquece-las.
Conheço uma pessoa que tem saudades dos anos 80, e que coleciona CDs das bandas de rock daquela época, tem um monte de gibis do Homem Aranha, Corrida Maluca, Fantasma, pôster do Batman na parede, carrinho do Speed Racer, bonecos do He Man, Thundercats, Falcon...Sua casa é um verdadeiro museu com todo tipo de quinquilharias que lembram os anos 80.
E por falar em saudade, a saudade que sinto é uma saudade sem fim de alguém especial que partiu há pouco tempo e que levou consigo aquela comidinha de domingo que reunia toda a família junto à mesa e fazíamos aquela algazarra, alguém que tinha um colinho quente para me proteger nos dias tristes, e que tinha um sorriso imenso para rir das minhas piadas bobas ou do desenho do Jackie Chan, alguém que era tão especial que me ensinou a encarar a dor com um sorriso nos lábios, alguém que não ficou parada no tempo e que falava a gíria dos jovens para não envelhecer o espírito, alguém que sofreu muito e que agora descansa em paz... Alguém... que me trouxe ao mundo.
Se existem saudades tristes e saudades alegres, a minha é triste e guardo dentro de mim como se fosse um filme que vejo todos os dias numa sessão da tarde interminável.
Como podem ver, a minha saudade tem um nome e um rosto e sempre estará comigo como a tatuagem que carrego no corpo feita em sua homenagem.
Saudade é uma palavra que só existe na língua portuguesa.
Ferramenta de poetas e escritores, a saudade já foi escrita e cantada por muitos seres maravilhosos que já passaram e que ainda vive por ai, sentindo suas saudades.
Tantos Vinicius, Tons, Cesários Verde, Castros Alves, Carlos Drumonnd de Andrade...Nos brindaram com suas saudades. Quem entende mais de saudades do que quem ama e tem muitos amigos?
Saudade é solidão acompanhada de uma lembrança de alguém que se foi ou de um momento que se vive intensamente, é uma das maneiras de se descrever a ausência de alguém ou algo que foi ou é muito importante para nós.
Quem nunca sentiu saudades?
Esse sentimento invisível que mora dentro de cada um e que basta uma música, uma lembrança para ela tomar forma e bailar no palco das nossas lembranças.
Existem saudades tristes; como a saudade da mãe que se foi e que nunca mais a veremos novamente (a não ser, pelos olhos da saudade), do amigo que foi embora morar em outra cidade, do cachorro que morreu por não viver tanto tempo como nós, de um amor perdido que deixou cicatrizes em nossos corações, dos colegas da época de escola que pareciam ser amigos para sempre...
Existem também as saudades alegres; como quando ganhamos aquele brinquedo tão desejado, o primeiro beijo dado com tanta ingenuidade, o show daquela banda que amávamos tanto, a primeira noite que dormimos fora de casa, o primeiro passei no zoológico...
Todos nós sentimos saudades. Falando português ou não, basta ser um ser pensante para guardar na lembrança uma pessoa ou um momento que nos seguirão para sempre.
Descrever a saudade é como abrir um álbum antigo guardado dentro da alma e bem lá no fundo do coração. Porém, poucos são os que conseguem descreve-la usando somente a escrita ou outro código qualquer, porque a saudade parece ser algo só para sentir e nunca para descrever.
Conheço muitas saudades que moram dentro de mim. E que são como quadros vivos pendurados nas paredes da memória em permanente exposição.
Quem tiver suas saudades que as viva intensamente como um poeta louco que as desenham nas calçadas da vida com pedaços de giz ou cacos de telhas só para nunca esquece-las.
Conheço uma pessoa que tem saudades dos anos 80, e que coleciona CDs das bandas de rock daquela época, tem um monte de gibis do Homem Aranha, Corrida Maluca, Fantasma, pôster do Batman na parede, carrinho do Speed Racer, bonecos do He Man, Thundercats, Falcon...Sua casa é um verdadeiro museu com todo tipo de quinquilharias que lembram os anos 80.
E por falar em saudade, a saudade que sinto é uma saudade sem fim de alguém especial que partiu há pouco tempo e que levou consigo aquela comidinha de domingo que reunia toda a família junto à mesa e fazíamos aquela algazarra, alguém que tinha um colinho quente para me proteger nos dias tristes, e que tinha um sorriso imenso para rir das minhas piadas bobas ou do desenho do Jackie Chan, alguém que era tão especial que me ensinou a encarar a dor com um sorriso nos lábios, alguém que não ficou parada no tempo e que falava a gíria dos jovens para não envelhecer o espírito, alguém que sofreu muito e que agora descansa em paz... Alguém... que me trouxe ao mundo.
Se existem saudades tristes e saudades alegres, a minha é triste e guardo dentro de mim como se fosse um filme que vejo todos os dias numa sessão da tarde interminável.
Como podem ver, a minha saudade tem um nome e um rosto e sempre estará comigo como a tatuagem que carrego no corpo feita em sua homenagem.
segunda-feira, 7 de maio de 2007
SARAH É NOME DE PRINCESA.
Sarah é impossível contempla-la,
Sem se encantar.
Que magia é essa,
Que arrancas do olhar?
Há um certo embobamento
Em quem te vê,
É como se estivéssemos diante,
De um astro da Tv.
Em si todo é encantamento;
Os olhos, a boca, o corpinho...
Pareces a personificação,
De um verdadeiro anjinho.
Ah, Como você foi esperada!
Causando certa apreensão,
E vê você assim tão ativa;
Enche de alegrias, meu coração.
Sinta-se nascida a cada momentoPara a eterna novidade do Mundo,
E não deixe de acreditar,
Na sua capacidade, em nenhum segundo.
Hoje seu pai me falou
Da magia da semente,
Que já nasce com uma cor
Não pintada por gente.
Que você seja a semente
De uma nova humanidade,
Conhecedora da convivência,
De tantas polaridades.
Seja bem vinda, princesa!
A esse nosso mundinho,
Que você seja banhada
Sempre com muito carinho.
By
Guaracy.
Sarah é impossível contempla-la,
Sem se encantar.
Que magia é essa,
Que arrancas do olhar?
Há um certo embobamento
Em quem te vê,
É como se estivéssemos diante,
De um astro da Tv.
Em si todo é encantamento;
Os olhos, a boca, o corpinho...
Pareces a personificação,
De um verdadeiro anjinho.
Ah, Como você foi esperada!
Causando certa apreensão,
E vê você assim tão ativa;
Enche de alegrias, meu coração.
Sinta-se nascida a cada momentoPara a eterna novidade do Mundo,
E não deixe de acreditar,
Na sua capacidade, em nenhum segundo.
Hoje seu pai me falou
Da magia da semente,
Que já nasce com uma cor
Não pintada por gente.
Que você seja a semente
De uma nova humanidade,
Conhecedora da convivência,
De tantas polaridades.
Seja bem vinda, princesa!
A esse nosso mundinho,
Que você seja banhada
Sempre com muito carinho.
By
Guaracy.
quarta-feira, 7 de março de 2007
A HUMANIZAÇÃO DO CÃO
E o homem humanizou o cão...
Antes o que era seu melhor amigo,
Hoje, é “quase” um seu irmão.
Cão já fala com as pessoas,
Ou elas enlouqueceram?
Vi um fumante a um cachorro,
Pedindo emprestado um isqueiro.
Vi um cachorro de terno
Todo engravatado,
Dizendo para um mendigo
Que era um deputado.
Vi uns Caniches coloridos
Com cores irreais,
Tão mudando a natureza
Dos pobres dos animais.
“Nem excluído nem incluído”
Disse Rilke certa vez,
O que diria ele agora,
Se visse, a loucura de vocês?
Tem hotel para cachorro,
Tem spa para cãezinhos.
Mas as crianças de agora
Tão ficando é sozinhos.
E o que dizer dos Pitbulls,
O cão dos e, marombeiros;
Que andam pelas ruas do Brasil
Dando a violência um cheiro?
Um cão não simula a dor
Porque é honesto demais,
Mas as loucuras humanas,
Tá passando dos normais.
Se um cão chamado Buck
Novamente ressurgir,
E o chamado da floresta
Novamente ele ouvir,
Será um deus nos acuda,
Que ouviremos por aqui.
By
Guaracy
E o homem humanizou o cão...
Antes o que era seu melhor amigo,
Hoje, é “quase” um seu irmão.
Cão já fala com as pessoas,
Ou elas enlouqueceram?
Vi um fumante a um cachorro,
Pedindo emprestado um isqueiro.
Vi um cachorro de terno
Todo engravatado,
Dizendo para um mendigo
Que era um deputado.
Vi uns Caniches coloridos
Com cores irreais,
Tão mudando a natureza
Dos pobres dos animais.
“Nem excluído nem incluído”
Disse Rilke certa vez,
O que diria ele agora,
Se visse, a loucura de vocês?
Tem hotel para cachorro,
Tem spa para cãezinhos.
Mas as crianças de agora
Tão ficando é sozinhos.
E o que dizer dos Pitbulls,
O cão dos e, marombeiros;
Que andam pelas ruas do Brasil
Dando a violência um cheiro?
Um cão não simula a dor
Porque é honesto demais,
Mas as loucuras humanas,
Tá passando dos normais.
Se um cão chamado Buck
Novamente ressurgir,
E o chamado da floresta
Novamente ele ouvir,
Será um deus nos acuda,
Que ouviremos por aqui.
By
Guaracy
quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007
AOS AMIGOS
Amo devagar os amigos
Lento, lento, lento...
Como que toma um porto
No final da tarde.
Leio devagar os amigos
Calmo, calmo, calmo...
Como quem fuma um cubano
Antes de dormir.
Ouço devagar os amigos
Tranqüilo, tranqüilo, tranqüilo...
Como quem ouve Tchaikovski
Deitado numa rede.
Olho devagar os amigos
Encantado, encantado, encantado...
Como quem admira um quadro
Da nossa amiga Luiza Caetano.
Abraço devagar os amigos
Demorado, demorado, demorado...
Como quem espera um avião
Em tempos de crise.
Falo devagar com os amigos
Pausado, pausado, pausado...
Para gravar o som da voz deles,
Como quem precisa lembrar daquela música.
Aceno devagar para os amigos
Suave, suave, suave...
Como aquela cena do começo do filme Titanic,
Onde pessoas com lenços nas mãos,
Diziam adeus, sem saber que era pra sempre.
Escrevo devagar para os amigos
Letra por letra, letra por letra, letra por letra...
Como quem tá aprendendo a digitar palavras
Para escrever um poema.
Falo de amor devagar para os amigos
Sussurrando, sussurrando, sussurrando...
Como quem precisa falar com a alma
Para chegar ao coração.
By
Guaracy.
Amo devagar os amigos
Lento, lento, lento...
Como que toma um porto
No final da tarde.
Leio devagar os amigos
Calmo, calmo, calmo...
Como quem fuma um cubano
Antes de dormir.
Ouço devagar os amigos
Tranqüilo, tranqüilo, tranqüilo...
Como quem ouve Tchaikovski
Deitado numa rede.
Olho devagar os amigos
Encantado, encantado, encantado...
Como quem admira um quadro
Da nossa amiga Luiza Caetano.
Abraço devagar os amigos
Demorado, demorado, demorado...
Como quem espera um avião
Em tempos de crise.
Falo devagar com os amigos
Pausado, pausado, pausado...
Para gravar o som da voz deles,
Como quem precisa lembrar daquela música.
Aceno devagar para os amigos
Suave, suave, suave...
Como aquela cena do começo do filme Titanic,
Onde pessoas com lenços nas mãos,
Diziam adeus, sem saber que era pra sempre.
Escrevo devagar para os amigos
Letra por letra, letra por letra, letra por letra...
Como quem tá aprendendo a digitar palavras
Para escrever um poema.
Falo de amor devagar para os amigos
Sussurrando, sussurrando, sussurrando...
Como quem precisa falar com a alma
Para chegar ao coração.
By
Guaracy.
terça-feira, 27 de fevereiro de 2007
MUDEI-ME DE MIM
Mudei-me, enfim.
Não só de endereço,
Mas também de mim.
Já não habito mais
Aquele corpo frágil e sonhador,
Que acreditava sempre,
Nas coisas do amor.
Deixei de lado o bom senso,
A tal da razão...
Agora sou igual a todos,
Nessa multidão.
Ando com medo de me expressar.
Pareço um ser estranho,
Que vive a vagar,
Pelas ruas assustadas
Desse meu lugar.
Meu sonho agora
É não mais sonhar,
Não haverá tempo
Pra concretizar.
Sou um banal
Nesse mundo banal.
Que assiste ao Big Brother
E acha legal.
Bobagem.
Você pode me dizer,
Mas a verdade é essa
O que posso fazer?
Devolva-me:
As cadeiras na calçada,
O bom dia! Boa tarde!
Boa noite! Sim, senhor!...
E eu te devolverei,
Minha crença no amor.
By
Guaracy
Mudei-me, enfim.
Não só de endereço,
Mas também de mim.
Já não habito mais
Aquele corpo frágil e sonhador,
Que acreditava sempre,
Nas coisas do amor.
Deixei de lado o bom senso,
A tal da razão...
Agora sou igual a todos,
Nessa multidão.
Ando com medo de me expressar.
Pareço um ser estranho,
Que vive a vagar,
Pelas ruas assustadas
Desse meu lugar.
Meu sonho agora
É não mais sonhar,
Não haverá tempo
Pra concretizar.
Sou um banal
Nesse mundo banal.
Que assiste ao Big Brother
E acha legal.
Bobagem.
Você pode me dizer,
Mas a verdade é essa
O que posso fazer?
Devolva-me:
As cadeiras na calçada,
O bom dia! Boa tarde!
Boa noite! Sim, senhor!...
E eu te devolverei,
Minha crença no amor.
By
Guaracy
quinta-feira, 22 de fevereiro de 2007
A RAIVA
Ok.
A raiva rompeu as amarras
Da fé e da humanização,
Estamos correndo uns dos outros,
Parecemos bandidos,
Fugindo de ser,
Um ser;
Não cidadão.
A raiva religiosa
A raiva da invasão
Onde carros e humanos
São corpos em explosão.
A raiva de ver tanta injustiça:
Um Bush posando de herói
Com sua guerra suja,
Em cima das almas inocentes
Jogadas nas ruas de faluja.
A raiva de ver os muros erguidos
Invisíveis, ou não.
Essas construções sociais
Que um dia,
Nos extinguiram.
Nada mais poderá
Nos pára agora.
As feridas antigas,
Começam a sangrar lá fora...
E aqui dentro.
Rios de sangues e rios reais
A natureza humana e os vendavais
São indícios da morte
Do senhor da PAZ.
A raiva de viver
E viver o momento presente,
Onde roubar e matar,
São coisas descentes.
Alimentam-nos de falsos sonhos
Nos induzindo pela televisão
A acreditarmos que a vida
É essa coisa sem razão.
Crimes bárbaros!
Destruição da natureza!
Que pena que nós,
Perdemos a beleza.
By
Guaracy
Ok.
A raiva rompeu as amarras
Da fé e da humanização,
Estamos correndo uns dos outros,
Parecemos bandidos,
Fugindo de ser,
Um ser;
Não cidadão.
A raiva religiosa
A raiva da invasão
Onde carros e humanos
São corpos em explosão.
A raiva de ver tanta injustiça:
Um Bush posando de herói
Com sua guerra suja,
Em cima das almas inocentes
Jogadas nas ruas de faluja.
A raiva de ver os muros erguidos
Invisíveis, ou não.
Essas construções sociais
Que um dia,
Nos extinguiram.
Nada mais poderá
Nos pára agora.
As feridas antigas,
Começam a sangrar lá fora...
E aqui dentro.
Rios de sangues e rios reais
A natureza humana e os vendavais
São indícios da morte
Do senhor da PAZ.
A raiva de viver
E viver o momento presente,
Onde roubar e matar,
São coisas descentes.
Alimentam-nos de falsos sonhos
Nos induzindo pela televisão
A acreditarmos que a vida
É essa coisa sem razão.
Crimes bárbaros!
Destruição da natureza!
Que pena que nós,
Perdemos a beleza.
By
Guaracy
DE TANTO DE PROCURAR,
JÁ ME PERDI.
Já nem sei.
Perdi a conta
De quantas vezes
Eu te liguei.
Raspei a tatuagem com o teu nome
Joguei fora o teu telefone,
Mas gravei o numero sem querer
Aonde nunca vou me esquecer.
Tô feito barata tonta
Correndo sem direção,
Tentando fugir
Do que tenho no coração.
As ruas ficaram desertas
Os rostos são tão estranhos...
A dor que sinto agora,
Você não sabe o tamanho.
Já perdi a conta
De quantas vezes liguei e desliguei o telefone
Só para ouvir a tua voz
Sem dizer o meu nome.
De tanto te procurar
Acabei me perdendo,
Sem ter você na minha vida
Tá tudo doendo.
By Guaracy
JÁ ME PERDI.
Já nem sei.
Perdi a conta
De quantas vezes
Eu te liguei.
Raspei a tatuagem com o teu nome
Joguei fora o teu telefone,
Mas gravei o numero sem querer
Aonde nunca vou me esquecer.
Tô feito barata tonta
Correndo sem direção,
Tentando fugir
Do que tenho no coração.
As ruas ficaram desertas
Os rostos são tão estranhos...
A dor que sinto agora,
Você não sabe o tamanho.
Já perdi a conta
De quantas vezes liguei e desliguei o telefone
Só para ouvir a tua voz
Sem dizer o meu nome.
De tanto te procurar
Acabei me perdendo,
Sem ter você na minha vida
Tá tudo doendo.
By Guaracy
terça-feira, 20 de fevereiro de 2007
CLARA CLARICE
Clara Clarice,
O que diria a lua,
Se ti visse,
Assim;
Com essa pele tão branca?
Talvez fizesse uma carranca,
Talvez ficasse irada,
Talvez, não fizesse nada,
De tão admirada
Que ficasse,
Com a beleza das tuas faces.
Teu jeito tímido,
Teu olhar perdido,
Teu sorriso de marfim...
Só mesmo um Deus,
Para ti fazer;
Tão linda assim.
Clara Clarice,
Quem foi que disse;
Que Deusas não existem?
Você existe.
Sou poeta,
Talvez um aprendiz,
Esse é o meu poema;
Você foi à raiz.
Plantei em folha branca
A brancura do teu ser,
Você é muito linda,
Com seu jeitinho de ser.
By
Guaracy
Clara Clarice,
O que diria a lua,
Se ti visse,
Assim;
Com essa pele tão branca?
Talvez fizesse uma carranca,
Talvez ficasse irada,
Talvez, não fizesse nada,
De tão admirada
Que ficasse,
Com a beleza das tuas faces.
Teu jeito tímido,
Teu olhar perdido,
Teu sorriso de marfim...
Só mesmo um Deus,
Para ti fazer;
Tão linda assim.
Clara Clarice,
Quem foi que disse;
Que Deusas não existem?
Você existe.
Sou poeta,
Talvez um aprendiz,
Esse é o meu poema;
Você foi à raiz.
Plantei em folha branca
A brancura do teu ser,
Você é muito linda,
Com seu jeitinho de ser.
By
Guaracy
DE TODAS AS CORES
Ela é uma pessoa
Com estilo original,
Que sai colorindo as ruas
Do nosso tão triste VAL.
É da Sara Nossa Terra
Sarando esse mundo sem cor,
Espalhando pra pessoas
O que Jesus ensinou.
Gosta de brincar de Emilia
Mas às vezes eu não sei;
Se ela não é uma bailarina
Lá do Circo de Solei.
Seu sorriso é um hino à vida
Seu cabelo um arco-íris
Suas unhas multicor,
Será que não foi a Mille,
Quem o 7 pintou?
Feliz aniversário!
Que sorrir seja o salário
Que a vida lhe cobre,
Por você ser assim...
Essa pessoa tão nobre.
By
Guaracy
Ela é uma pessoa
Com estilo original,
Que sai colorindo as ruas
Do nosso tão triste VAL.
É da Sara Nossa Terra
Sarando esse mundo sem cor,
Espalhando pra pessoas
O que Jesus ensinou.
Gosta de brincar de Emilia
Mas às vezes eu não sei;
Se ela não é uma bailarina
Lá do Circo de Solei.
Seu sorriso é um hino à vida
Seu cabelo um arco-íris
Suas unhas multicor,
Será que não foi a Mille,
Quem o 7 pintou?
Feliz aniversário!
Que sorrir seja o salário
Que a vida lhe cobre,
Por você ser assim...
Essa pessoa tão nobre.
By
Guaracy
domingo, 18 de fevereiro de 2007
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MIDRAXE
Um desenho de BUKOWSKI










